segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Minha Favorita!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Explosion - New Year's Eve
Depois de alguns obstáculos, fomos derrotados por falta de dinheiro, dificuldades de achar um lugar bom e barato e por indecisão dos convidados. Tivemos que partir para o plano B, que seria ir para um sítio. Nem preciso falar que o sítio também melou na última hora e, de repente, a opção mais óbvia, que ninguém queria sugerir, acabou ficando: comemorar a vinda de 2009 na casa de alguém. Otávio foi o anfitrião. Eu levei parte da ceia feita com capricho e muito carinho pela minha mãe. O resto ficou por conta dos outros convidados.
Eram quase dez horas da noite quando Fábio, meu namorado, e eu chegamos à casa da festinha. Arrumação das comidas, problemas com o som; faltavam 40 minutos para a meia-noite. Para passar o tempo, só restava brincar. Fábio foi quem teve a brilhante idéia de jogar o Pá (acreditem ou não, é uma espécie de Mau-Mau sem usar cartas). Viciamos. Entre gargalhadas, movimentos engraçados, palavras esdrúxulas, pessoas comendo mosca e recomeços, muitos recomeços, chegamos ao último minuto de 2008.
Champanhe estourado antes da hora, contagem regressiva, brinde a 2009, uvas supersticiosas, fotos, telefonemas de parentes e amigos. 2009 começou muito bem. Violança, brincadeira de Comando, Pá novamente, Aaaafrica bambata, sorvete com brigadeiro, violança de novo. Tudo passou tão rápido.
Muitas vezes, ao longo da minha vida, eu ouvi pessoas dizendo "depois dos 18 anos, o tempo voa!". Começo a concordar. Ainda bem que não sou do tipo depressivo de festas de final de ano. Como disse Nando Reis "é bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer. É bom olhar pra frente. É bom, nunca é igual, olhar, beijar e ouvir cantar um novo dia nascendo"... e por aí vai.
2009 vai ser um ano cheio para todos nós, com formaturas, empregos, incertezas. Agora resta fazermos as promessas, os planos e os pedidos. E que, dessa vez, a gente consiga realizar todos eles, para variar.
** Dedico este texto a todas as pessoas que, como o Fábio, tiveram que trabalhar neste primeiro dia do ano.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Baseado em fatos reais
“- Minha senhora, não sabe que todo filme de amor acaba em beijo?
- Eu sei. Mas já acendeu a luz do cinema e agora vai começar a minha vida.”
Este diálogo apareceu no filme brasileiro Lisbela e o Prisioneiro, mas no nosso caso, a luz do cinema sempre esteve acesa. Vivemos num mundo real, concreto e, nem sempre, com final feliz. Quando o filme acaba, nós, pobres mortais, vamos para casa um pouco mais esperançosos ou, o mais provável, um pouco mais deprimidos. E não é que neste mês saiu uma pesquisa dizendo que comédias românticas prejudicam a vida afetiva?! A primeira coisa que me veio à cabeça foi: “mas isso eu já sabia”.
Pensa comigo... Qual mulher nunca sentiu uma pontinha de inveja da Lucy (Drew Barrymore) por ser conquistada todos os dias em Como se fosse a primeira vez?! Ou sonhou encontrar a alma gêmea na internet, como em Mensagem para você? Ou ainda receber uma declaração de amor, acompanhada de buquê de flores e subida perigosa pela escada de incêndio como em Uma linda mulher? Talvez uma serenata com guitarra mal tocada ao som de Bom Jovi, que nem era o seu favorito, mas que ele aprendeu só por sua causa?! E claro que não pode faltar a foto dos dois abraçadinhos, pelados sob a luz do luar, como em De repente é amor?
Os exemplos são para todos os gostos e as declarações desses longas metragens colocam todas as cartas de namorados, maridos, paqueras, etc, no chinelo. Por que será que os homens dos filmes são tão mais sensíveis e apaixonados? E por que os da vida real são tão fechados e ainda olham para mulheres bonitas na rua enquanto a gente está distraída?! Mesmo sabendo que ficção é ficção, fica difícil não comparar. É por isso que a pesquisa faz sentido.
Tudo bem que a função do cinema pode ser exatamente servir como elemento de fantasia, para experimentar uma nova realidade, mas estabelecer parâmetros com base nesse mundo imaginário é perda de tempo e ainda faz a gente correr o risco de deixar passar muitas cenas legais do melhor filme do momento: o da vida real. Então o melhor a fazer é deixar a fita rodar, colocar a trilha sonora, esquecer o roteiro clichê e improvisar o protagonista. Esse filme a gente não pode perder.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
"Seduza e destrua"
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Atenção, monógamos, cuidado!
Era só o que faltava! Como se não bastassem as pesquisas que comprovam que “mulheres preferem fazer compras a sexo e homens trocariam mulher por cerveja”, agora eles vêm dizer que só o fato do homem ter várias esposas (e ter filhos na terceira idade) faz com que ele viva mais. E o pior não é isso! Eles nem consideraram na pesquisa os fatores sócio-econômicos dos países analisados.
Mas, e se um desavisado perguntar: “então por que a mulher costuma viver mais do que os homens, sendo que ela enfrenta a menopausa e nem pode ter vários maridos?” Ahhh... eles respondem prontamente que é porque a mulher sofre do “efeito avó”, que faz com que as velhinhas vivam mais após a imensa alegria de verem seus netinhos crescendo. Acho que alguém devia falar isso pras minhas tias que já entraram na 4ª idade, mesmo não casando e nem tendo filhos, muito menos netos.
Outro argumento deles é que tendo mais esposas para cuidar dos polígamos, eles não estariam tão sujeitos a problemas de saúde, enquanto os monógamos, após sofrer a morte da única e solitária esposa, morrem por falta de cuidados. É... meu pai é que foi inteligente, já que se casou de novo após a morte da primeira esposa.
Ele foi mais perspicaz do que um nigeriano metido a espertinho que pode ser condenado à morte por ter 86 esposas, sendo que o máximo permitido é de 4 mulheres para cada homem. E ainda tem gente que diz que polígamo vive mais. Vai entender!
sábado, 9 de agosto de 2008
O dia em que não me formei
Talvez seja porque não estou formando de verdade, ou porque ainda não senti o chicote do Mercado de Trabalho estalando em minhas costas, ou ainda porque sei que mais da metade dos formandos nem terminou o curso, assim como eu. Mas uma coisa não posso negar: a sensação de me formar, mesmo de mentira, é sempre forte. É inconfundível o frio na barriga para buscar o "canudo" que, na verdade, em vez do diploma, continha dois papéis com endereços da turma e uma mensagem da comissão organizadora.
Se já me sinto madura e adulta o suficiente para ser chamada de Jornalista? Não sei. Pode ser porque realmente ainda não me joguei na fogueira da corrida pelos empregos, mas também acho que parte dessa demora para "cair a ficha" é devida à escolha obrigatória que temos que fazer logo depois que saímos do Segundo Grau. Eu só tinha 17 anos quando escolhi ser jornalista, e nem parece que o tempo passou tão rápido.
* Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a toda minha família pelo apoio (incluindo pais, irmão, primos e primas, madrinhas e padrinho, tias e tios, etc), ao Fábio, pelo amor, companheirismo e por tirar fotos desse momento único (hehehe); às Alines e Reginas e à minha GRANDE amiga Tati e seu namorado JJ, que têm estado sempre presentes na minha vida. Ah.. Como não tive espaço no convite, aproveito para agradecer ao pessoal da TV UFMG, que foi o melhor estágio que já fiz até hoje, tanto em termos de aprendizado, quanto nas amizades que conquistei.
